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LENÇÓIS MARANHENSES – PARTE II


Olá pessoas! Este post faz parte de uma série sobre os Lençós Maranhenses. Na Parte I, que você encontra no link
http://www.viajandoporconta.com.br/lencois-maranhenses-parte-i/ ,eu contei um pouquinho sobre nossa experiência em São Luís do Maranhão, a Jamaica Brasileira.

Na Parte II, vou relatar nossas aventuras em Barreirinhas. Bora lá…

BARREIRINHAS

Esta cidade do interior do Maranhão ficou conhecida como sendo a principal porta de entrada para o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. Há outras portas, é claro, mas esta é a mais estruturada delas, com pousadas, hotéis, restaurantes, empresas de turismo e comércio.

A cidade em si não tem grandes atrativos, servindo mesmo como um ponto de apoio para que os turistas que visitam o parque tenham onde dormir e comer. A parte mais bonita dela é o centrinho, que fica na Avenida Beira Rio, margeando o Rio Preguiças, onde há várias pousadas e restaurantes.

COMO CHEGAR EM BARREIRINHAS?

Partindo de São Luís você pode chegar em Barreirinhas de 3 formas, sendo todas elas terrestres:

– Com agências de turismo: foi a opção que utilizamos, e é a que a maioria dos turistas usam, por ser mais prática. A passagem custou R$ 70,00 por pessoa. Como não é possível conhecer os lençóis ali em Barreirinhas por conta própria, contratamos os serviços do Seu Raimundo, da Rios Tour, que organizou todos os nossos passeios e o nosso traslado São Luís / Barreirinhas / Atins / Barreirinhas / São Luís.

A Rios Tour enviou um micro ônibus em nosso hotel para nos buscar às 07h30, já com outros turistas embarcados. O trajeto é feito pela BR 402, que está completamente abandonada pelo governo federal (responsável por sua manutenção). Na pista há buracos enormes, que tornam a viagem sacolejante, perigosa e muito mais demorada do que deveria ser. O trecho de 260 Km que deveria levar em torno de três horas e meia para ser percorrido, hoje leva quase cinco horas. Chegamos em nossa pousada por volta de 12h30.

O retorno de Barreirinhas para São Luís foi feito pela mesma empresa, porém em uma van novíssima, muito confortável, o que tornou a viagem um pouco mais agradável, porém não menos perigosa ou demorada.

Uma lástima que este destino turístico tão maravilhoso do nosso país seja tratado com tamanho descaso.

O contato com o Sr. Raimundo que, aliás, é muito solícito, foi todo feito via whatsapp (98) 98853-1861.  Ele me passou várias dicas e informações antes e durante nossa estadia em Barreirinhas, e me ajudou a organizar todo o roteiro de passeios.

– Com carro: conversei com algumas pessoas que tinham feito a viagem de carro (particular ou alugado) e todos manifestaram o seu arrependimento, justamente pelas condições da estrada e o perigo que enfrentaram. Os motoristas das agências, que já fazem esse trajeto todo o dia, conhecem melhor o trecho.

– De ônibus de linha: A empresa Cisne Branco faz o transporte intermunicipal entre São Luís e Barreirinhas ao valor de R$ 60,00 o trecho. A viagem também leva em torno de 5 horas, e é feita em vários horários no dia. Custa mais barato que com as agências, mas as agências tem a vantagem de te buscar e deixar direto no hotel. A rodoviária em Barreirinhas fica bem próxima à Avenida Beira Rio, no centro.

QUANDO IR À BARREIRINHAS?

De Janeiro à Maio é a temporada de chuvas na região, o que pode ser bem prejudicial para a realização dos passeios. O melhor período é de Junho à Setembro, logo após o final da temporada de chuvas, quando as lagoas estão cheias e o tempo está bom. Já de Outubro a Dezembro as lagoas começam a secar, mudando bastante a paisagem. Apenas as maiores lagoas (na maioria localizadas em Santo Amaro) continuam com água no final do ano.

ONDE SE HOSPEDAR EM BARREIRINHAS?

Pousada é o que não falta nesta cidade!

Nós nos hospedamos na Pousada do Riacho, que fica um tanto quanto afastada da Avenida Beira Rio, ao valor de R$ 201,00 a diária. A pousada é uma graça, com um jardim lindo, e os chalezinhos em tijolo à vista completam o clima bucólico do lugar.

No fundo dela, atrás da área de café da manhã, passa um riacho (daí o nome) que está sempre repleto de patinhos.

Os chalés são bem simples, com cama, frigobar, ar condicionado, TV e banheiro. Tudo muito limpinho e confortável.

O café da manhã é bem servido, e eles fazem tapiocas e omeletes na hora se você quiser. Aliás, o atendimento da pousada é ótimo também. Me surpreenderam muito, positivamente é claro, ao me enviarem uma mensagem no whatsapp, dias antes da nossa viagem, perguntando se tínhamos alguma restrição alimentar ou pedido especial para o café da manhã, para que eles pudessem se preparar.

Para quem curte um sossego e prefere ficar longe do burburinho do centro, a Pousada do Riacho é uma excelente opção. Vários dias chegamos super cansados dos passeios, e só pedimos uma comida por delivery mesmo, e descansamos bastante.

Agora pra quem prefere sair para jantar fora todos os dias, é melhor que fique hospedado o mais próximo possível da Beira Rio.

O QUE LEVAR PARA BARREIRINHAS?

Muito, mas muito protetor solar! De preferência, use roupas com proteção solar. O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses não é um deserto, mas nem por isso é menos quente. Não há sombra nas dunas para você se esconder, e o vento constante dá aos turistas a impressão de que o clima está fresco e de que o sol não está tão forte, enganando muita gente que acaba saindo de lá com a pele ardendo. Tenha bastante cuidado com isso.

O QUE FAZER EM BARREIRINHAS?

Visitar o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses

O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses é uma unidade de conservação ambiental que ocupa um pouco mais que 150 mil hectares, sendo a maior área de dunas em território não desértico do mundo.

Na cidade de Barreirinhas são ofertados 2 circuitos de passeios nas lagoas, ambos de meio período. Nós fizemos um circuito em cada dia, porém, para aqueles que estão com o tempo um pouco mais apertado, é possível fazer ambos num dia só tranquilamente.

Circuito Lagoa Bonita

Com saídas às 08h30 ou às 14h00, o circuito da lagoa Bonita é o que fica mais perto da cidade.  Fizemos o passeio assim que chegamos em Barreirinhas, com a Rios Tour, ao valor de R$ 80,00 por pessoa. A agência enviou um 4×4, já com alguns outros turistas de outras pousadas, nos buscar no hotel às 14h.

Fizemos uma parada estratégica em um mercadinho antes de seguir ao nosso destino, para que pudéssemos comprar águas e algum lanchinho. Gente, leve água!!! Quando você chegar nas dunas, só vai encontrar uns poucos ambulantes vendendo sacolé e nada mais. Um detalhe bem interessante é que não é permitida a entrada no parque com bebidas alcoólicas.

Do mercadinho, fomos até a beira do Rio Preguiças, onde é preciso pegar uma balsa para cruzá-lo. Essa travessia é uma parte bastante tediosa do passeio. As balsas são pequenas, passando apenas 4 veículos por vez, criando uma fila enorme de carros de turismo. Não há um ponto de apoio próximo ou banheiros. Tem só uma vendinha ali na casa de um morador mesmo, vendendo bebidas e alguns artesanatos. Os turistas ficam todos na beira da pista, disputando as poucas sombras de árvores disponíveis enquanto aguardam sua vez de passar. É um processo bastante moroso.

Após atravessarmos a balsa, seguimos por uma trilha de areia em meio à mata nativa, até chegarmos na beira da primeira duna, onde os veículos ficam estacionados. Ali há algumas barraquinhas vendendo bebida e tapioca, porém se você quer seguir junto com o guia, não dá tempo de parar para comer ou fazer compras.

O primeiro desafio real deste passeio é subir esta duna para chegar na área das lagoas. Dá uma olhada no tamanho da ladeira!!!!

Próximo do topo tem uma corda pra ser usada de apoio para finalizar a subida. Olha, não sou nenhuma atleta profissional, mas também não sou um sedentária… pratico minhas atividades físicas regularmente, e vou contar pra vocês que teve uma hora ali que eu achei que não ia dar conta rsrsrs.

Existe um caminho diferenciado usado pelas agências apenas quando no veículo há idosos ou pessoas com dificuldade de locomoção.

Depois dessa subida, veio a recompensa… nossa primeira vista de um dos lugares mais lindos do mundo!!!! Não há nada que se compare. De um lado, um mar interminável de areia e lagoas de um azul cristalino deslumbrante.

Do outro, uma mata fechada verdinha.

Caminhamos pelas dunas, acompanhados do guia que foi nos informando os nomes das lagoas em nosso caminho. São tantas que é impossível gravar tudo. Claro que o destino final dessa caminhada foi a Lagoa Bonita, onde fizemos uma parada bem longa para banho. A água é absolutamente transparente, com a temperatura perfeita.

Quando o final do dia foi se aproximando, nosso guia nos chamou para voltarmos para a duna inicial, que era a mais alta de todas, para assistir o pôr-do-sol, que ali é um espetáculo a parte.

Infelizmente não tivemos oportunidade de ver o pôr-do-sol por completo, já que quando o sol começa a desaparecer, os guias já entram no desespero para levar seus grupos de volta aos veículos, para chegar primeiro na fila da balsa. É uma verdadeira corrida!!! Mesmo tendo saído mais cedo, quando chegamos na balsa já havia uma fila enorme. Nosso guia resolveu então usar uma segunda balsa, um pouco mais afastada do centro da cidade. Rodamos um trecho por dentro de um vilarejo, e quando chegamos na outra balsa, ela estava livre (ufa), e conseguimos passar rapidinho.

Circuito Lagoa Azul

Este circuito também pode ser feito de manhã às 08h30, ou de tarde às 14h, e o processo é bastante parecido com o Circuito da Lagoa Bonita. A diferença aqui é que não tem barraquinhas perto das dunas, então já tem que comprar água no mercadinho mesmo.

Fizemos o circuito com a Rios Tour à tarde, ao custo de R$ 80,00 por pessoa.

Como fizemos este passeio no final de semana, a fila da balsa estava consideravelmente maior. Ficamos quase 1 hora aguardando nossa vez.

A trilha até chegar na Lagoa Azul é muito mais longa que a da Lagoa Bonita, e muito mais hardcore. Atravessamos inúmeras lagoas no caminho, algumas tão profundas que chegavam a cobrir boa parte da caminhonete. Dá um medo danado!!!

Chegando na área das lagoas, o passeio torna-se bem parecido com o da Lagoa Bonita, com uma caminhada pelas dunas, até chegar na Lagoa Azul, onde há uma parada longa para banho. No final, também há um tempo para observação do pôr-do-sol, com a mesma pressa dos guias para ir embora rsrsrs.

Eu particularmente gostei mais da Lagoa Bonita, mas mais por uma questão de experiência, do que de beleza mesmo. A paisagem é a mesma, porém no dia que fomos na Lagoa Azul tinha muita gente, grupos com caixinhas de om num alto volume e bastante algazarra. Acabamos usando a maior parte do nosso tempo lá caminhando para achar umas lagoas mais afastadas, com menos ruído.

A volta foi um capítulo a parte. Imagina se a trilha deu medo com luz do sol, como que foi a experiência à noite! Houve momentos em que as lagoas que cruzamos eram tão fundas que escondiam o farol todo da caminhonete, nos deixando na escuridão. Eu ri o trajeto todo, mas era de nervoso, pois confesso que fiquei apavorada em alguns momentos.

Quando chegamos na balsa, a fila estava enoooooorme, então o nosso guia resolveu tentar a outra. Dessa vez não tivemos sorte, e a fila na segunda balsa também estava longa. A vantagem desta segunda é que nos finais de semana, quando tem mais movimento, tem várias barraquinhas vendendo bebida, tapioca e artesanato, então tem algo pra entreter o povo durante a longa espera. Ficamos por lá quase duas horas aguardando.

Circuito Santo Amaro

Santo Amaro é a segunda cidade utilizada de base e porta de entrada para o parque nacional. É bem menor que Barreirinhas e com menos estrutura, o que acaba por torna-la mais tranquila também. Muita gente prefere Santo Amaro a Barreirinhas.

É em Santo Amaro onde encontramos as maiores lagoas do parque, sendo algumas delas perenes (tem água o ano todo). Portanto, se você vai viajar de Outubro à Dezembro, é bem interessante considerar Santo Amaro como base para seus passeios.

Para chegar em Santo Amaro a partir de São Luís o processo é bastante parecido com o de Barreirinhas, com agências de viagem fazendo o traslado diariamente. Eu não pesquisei a fundo, pois fomos até lá num bate-volta de Barreirinhas, mas até onde entendi, o valor é de R$ 60,00 por pessoa cada trecho.

A cidade conta com seus circuitos de lagoas, assim como Barreirinhas. As opções são: Circuito Andorinha e Gaivota e Circuito América, ambos de meio período, e o Circuito da Betânia que dura o dia todo.

Se você estiver hospedado em Santo Amaro, um bom contato para agendamento de passeios é a Santo Amaro Coop, via whatsapp no (98) 98861-7358.

Como eu disse, nós optamos por não pernoitar em Santo Amaro, e sim por um passeio bate-volta, também com a Rios Tour ao valor de R$ 170,00 por pessoa. A princípio havíamos fechado com o Sr. Raimundo um passeio regular, saindo 7h30 e retornando apenas à noite, após o pôr-do-sol, englobando os circuitos Andorinha, Gaivota e América.  Porém, havíamos trocado uma ideia com o nosso guia sobre um passeio noturno, para observação de estrelas no parque, e por uma enorme coincidência, um grupo de turistas estava tentando fechar este passeio com a Rios Tour, porém não tinha gente suficiente. O Sr. Raiumundo nos ofereceu a possiblidade de trocarmos o tour e ir com o grupo, e nós nem pensamos duas vezes!!!

Tivemos alguns contratempos com esse grupo, que foi bastante desrespeitoso acerca de horários. Mas fora isso, o passeio foi sensacional! A agência nos buscou 14h no hotel, e seguimos até o hotel do grupo para buscá-los. Ali o grupo atrasou uma eternidade, e depois de muito stress conseguimos seguir viagem (1h30 depois…).  Passamos em alguns outros hotéis pegar outras pessoas, e seguimos para Santo Amaro com um micro-ônibus.

Após 2h30 de viagem, chegamos na entrada da cidade, onde trocamos de veículo para caminhonetes 4×4. Fizemos um pit stop num restaurante para uso de banheiros e abastecimento das garrafinhas de água, e seguimos para o parque, atravessando a cidade, e um rio enorme, sem balsa, sem nada. Aventura total!

Os guias nos levaram pelo Circuito Andorinha e Gaivotas, parando em uma lagoa mais afastada para banho, onde ficamos o restante do passeio. FINALMENTE conseguimos assistir um pôr-do-sol inteiro dentro do parque, e permanecemos noite à dentro para observar as estrelas.

Estávamos longe de toda a civilização, sem nem um pouquinho de iluminação artificial para atrapalhar, e o céu estava completamente aberto. Nos afastamos um pouquinho do grupo, estendemos uma canga na areia e ficamos lá deitados por horas contemplando as estrelas. Só posso dizer que foi um dos momentos mais mágicos da minha vida!

Por volta de 21h, iniciamos o trajeto de volta para Barreirinhas.

Este não é um passeio oferecido normalmente pelas agências, mas o Sr. Raimundo comentou que estava tentando fazer uma saída regular 1X por semana. Se você ficou interessado, fala com ele… vai que dá certo né?!

Boia Cross

 A Rios Tour nos ofereceu esta opção de passeio pelo custo de R$ 65,00 por pessoa, porém não tivemos interesse em fazê-lo, então vou falar bem pouco sobre ele, apenas para constar.

A agência busca os turistas de 4×4 nos hotéis, e leva até o Rio Preguiças, onde os guias os aguardam com boias (aquelas grandonas pretas de câmara de pneu). Todos sobem nas boias e descem o rio flutuando, sempre acompanhados pelos guias, que dão aquele apoio quando uma boia fica presa em algum galho na barranca do rio.

Foto retirada do site:
http://www.valedoslencois.com.br/cardosa.asp

É uma descida bastante tranquila, sem corredeiras, para contemplação da natureza e relaxamento. No final do passeio, o carro da agência já fica aguardando todo mundo para retornar ao hotel. A descida do rio dura, em média, uma hora, mas o passeio todo leva umas 3 horas, com os deslocamentos.

Rio Preguiças e Praia de Caburé

Utilizamos este passeio como forma de traslado entre Barreirinhas e Atins (nosso destino final). Fizemos o passeio com a Rios Tour ao valor de R$ 100,00 por pessoa, com adicional de R$ 40,00 por pessoa para o barco nos levar até Atins. Uma dica importante é que se for utilizar este meio para ir até Atins, feche suas malas com um cadeado, pois o passeio tem várias paradas em que sua mala ficará sozinha no barco.

Às 8h um carro da agência nos buscou no hotel, e nos levou até o píer na Avenida Beira Rio, onde embarcamos em uma voadeira (lancha).

Seguimos rio acima até chegar em Vassouras, também conhecida como Ilha dos Macacos, uma vez que a ilha é repleta deles. Ali há um restaurante, com mesas, redes e lojas de artesanato.

Ao redor do restaurante é onde fica a área dos macaquinhos. Eles são uma graça, porém foram bem mal acostumados pelos turistas a receber comida que não é natural para eles. Agora você precisa ter um certo cuidado ao se aproximar da área deles, porque eles tentam pegar as coisas que você tem na mão, achando que é comida.

Na ilha também ficam as pequenas dunas, um conjunto de dunas mais baixo, com areia mais amarelada, também com lagoas em algumas épocas do ano, porém com a água um pouco mais turva do que nos lençóis. Ao fundo das dunas é possível observar um Parque Eólico.

A parada neste local é de aproximadamente meia hora, o que é mais do que suficiente para ver tudo.

Seguimos de barco para o povoado de Mandacarú, onde fica localizado o Farol da Preguiças. Este é um povoado bem simples, cheio de lojinhas de artesanato e produtos regionais no caminho entre o píer e o farol. Então os turistas descem do barco e caminham até o farol e voltam. O farol, infelizmente, está fechado, então não é possível subir.

Para mim, o maior atrativo de Mandacarú ficou por conta da barraquinha de bebidas, logo ali no píer mesmo, que oferta caipirinhas de várias frutas tropicais. Eu havia lido em outro blog de turismo que a caipirinha deles é ótima, então comprei logo uma tradicional (de limão) para provar. Realmente é fantástica!  

A parada foi de aproximadamente 40 minutos, e dali voltamos ao barco para seguir pelo rio até Caburé.

Caburé é um daqueles lugares únicos no mundo. Uma faixa de areia, banhada de um lado pelo Rio Preguiças, e do outro pelo mar, formando uma paisagem belíssima.

Como chegamos já no horário do almoço, nosso guia nos deixou em um dos inúmeros restaurantes que há por lá. A indicação dele foi pelo restaurante Paturi, que por sorte não estava tão cheio. Pedimos uma Peixada Maranhense, que estava deliciosa e muito bem servida. Não vencemos comer o prato todo em duas pessoas.

Dica importante: leve dinheiro vivo. Os restaurantes aceitam cartão, porém o sinal de internet ali é bem ruim, e nem sempre as maquinetas funcionam.

Depois de comer, caminhamos até o mar e ficamos na praia até dar o tempo de voltamos para o barco. Para os mais animados, há a opção de aluguel de quadriciclo para passear pela orla.

Também é possível fazer o passeio pra Caburé de quadriciclo partindo de Barreirinhas. O passeio é feito em grupo, com um guia liderando, custa R$ 380,00 por quadriciclo (que leva até 2 pessoas) e leva em torno de 7 horas, sem a parada em Mandacarú.

Como nosso destino era Atins, às 14h30 retornamos ao barco para fazer o último trecho de nossa viagem. O restante do grupo pôde aproveitar a praia por mais tempo, retornando para Barreirinhas às 15h00.

Onde comer em Barreirinhas?

Como optamos por fazer a maior parte dos nossos passeios à tarde, acabamos usando pouco a infraestrutura de restaurantes na cidade. Chegávamos no hotel muito tarde e mortos de cansados, e optamos praticamente todos os dias por delivery. Então só tenho a resenha de um restaurante na cidade:

Restaurante e Pizzaria do Gaúcho

Localizado na Beira Rio, este é um dos maiores estabelecimentos da cidade. Estivemos lá no horário do almoço, quando é servido buffet por Kg, incluindo churrasco. A comida estava bem boa e o cardápio bem diverso.

À noite são servidas porções e pizzas, com música ao vivo em alguns dias da semana.

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