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LENÇÓIS MARANHENSES – PARTE III


Olá galera! Chegamos ao último post desta série sobre os Lençós Maranhenses. Na Parte I, que você encontra no link http://www.viajandoporconta.com.br/lencois-maranhenses-parte-i/, eu contei um pouquinho sobre nossa experiência em São Luís do Maranhão, a Jamaica Brasileira.

Já na Parte II, que está no link
http://www.viajandoporconta.com.br/lencois-maranhenses-parte-ii/ entramos realmente no Parque Nacional, falando sobre Barreirinhas, que é a porta de entrada para ele.

Neste último post vou te mostrar a minha parte favorita desta viagem maravilhosa: Atins.

ATINS

Nosso último destino no Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses foi este charmoso vilarejo de pescadores, rodeado de praias e dunas com lagoas cristalinas. Atins é considerado por muitos como a nova Jericoacoara, com suas pousadas e restaurantes descolados e ruas de areia.

A vila, que faz parte de Barreirinhas, é um dos principais pontos de encontro no país para os amantes de Kitesurf, sendo também muito procurada por estrangeiros praticantes do esporte.

Você pode conhecer Atins apenas de passagem, fazendo um passeio bate e volta a partir de Barreirinhas ou Santo Amaro. Mas, na minha singela opinião, Atins é um lugar para você ir sem pressa, ativar o modo “de boas” no nível máximo, e relaxar.  Passamos ali 5 maravilhosas noites, levantando na hora que o sono acabava, tomando café com a maior calma do mundo, lendo livros e comendo boas comidas.

Digo para vocês que quando eu voltar aos Lençóis, vou pular todas as outras etapas e ir direto para Atins, pois foi, sem sombra de dúvidas, o ponto alto da nossa viagem.

COMO CHEGAR EM ATINS?

A partir de Barreirinhas, você pode chegar em Atins por via marítima, aproveitando o passeio para Caburé, ou nas lanchas de transporte compartilhado que fazem o transporte regular ao custo de R$ 60,00 por pessoa, com aproximadamente 1h30 de duração. Nós aproveitamos o passeio para Caburé, e eu conto sobre como isto funciona lá na Parte II desta série.

O desembarque em atins é feito na beira rio mesmo, e não há nenhuma estrutura de píer ou portinho.  A área fica bastante lamacenta, por conta das cheias e baixas do rio, então é sempre bom estar de mochila nessas horas, para não ter que colocar as malas no barro.

Dali até o centrinho de Atins é um pouquinho longe para fazer a pé, carregando bagagem. Algumas pousadas, como a que ficamos, oferecem transporte 4×4. Verifique se a sua tem esse benefício, e caso não tenha, agende o transfer com uma agência. Vai por mim, não tenta fazer esse trecho andando não.

Outra coisa importante a ser mencionada é que, ao desembarcar da lancha, você vai ter que procurar qual é dos carros que lá estão que você deve embarcar. Nenhum deles tem a identificação da pousada ou da agência, e os motoristas ficam bem tranquilos nos seus carros, esperando que você vá até eles. Quando cheguei, pensei até que a pousada tinha esquecido da gente, porque fui até um motorista perguntar se ele sabia qual era o carro da pousada, e ele me falou que o carro já tinha ido embora. Claro que na sequência ele me ofereceu o serviço de transfer dele. Resolvi insistir e fui perguntar para outro motorista em outro carro, que por sorte era o motorista que a pousada tinha mandado para nos buscar. Já deu pra entender né? Fique esperto!

Há também a opção via terrestre, contratando um 4×4 exclusivo, que os levará através de trilhas no Parque Nacional, direto até sua pousada. A viagem dura aproximadamente 2 horas, e custa R$ 40,00 por pessoa. Apesar de ser mais barato, imagino que seja uma viagem bastante desconfortável.

Se for sua primeira vez viajando pela região, acredito que aproveitar o passeio para Caburé,  como fizemos, seja a opção mais interessante. Não chegamos a orçar nenhuma forma de transfer privativo.

QUANDO IR À ATINS?

A exemplo de Barreirinhas, o melhor período é de Junho à Setembro, após o final da temporada de chuvas. De Outubro a Dezembro as lagoas começam a secar, mas como Atins é litoral, mesmo com as lagoas secando você ainda terá um mar lindo para aproveitar.

Já a melhor temporada de Kitesurf é de Setembro à Dezembro.

ONDE SE HOSPEDAR EM ATINS?

Nos hospedamos na pousada Jurará, e vou confessar que a nossa escolha seguiu um único e muito importante critério: ar condicionado. Somos do Sul do Brasil, e apesar de termos um verão bem quente por aqui, não somos acostumados a dormir no carlorzão do nordeste, então sempre procuro hospedagem com ar para ter um pouquinho de conforto. A pousada Jurará é uma das poucas que oferece ar condicionado nos quartos.

A pousada é dividida em duas, os apartamentos standard na pousada mais antiga, e os apartamentos vila superior na área nova, que fica há aproximadamente 1 quadra da outra. Ficamos nos apartamentos standard, que tem uma cama super confortável (apesar de um pouco barulhenta), ar condicionado, e banheiro com ducha. Não há aparelho de TV ou frigobar no quarto. A TV a gente até dispensa tranquilamente, mas o frigobar no quarto faz uma falta danada.

O café da manhã, é muito gostoso, com tapiocas feitas na hora sob pedidos, e é servido para todos onde ficam os apartamentos standard, então apesar dos apartamentos da vila serem superiores, com suas varadas privativas com rede, há de se levar em consideração a caminhada matinal (na rua de areia fofa) para tomar café.

No mesmo local onde é servido o café da manhã, também são feitos lanches (hambúrgueres, omeletes, tapiocas) ao longo do dia, sempre até as 22h. As opções são bem simples, porém gostosas.

Fora o fato da pousada estar coladinha com uma escola, que pode ser um tanto barulhenta em alguns horários do dia, a localização dela é ótima. Fica bem no centrinho da cidade (se é que pode ser chamado assim), próxima dos restaurantes e vendinhas da cidade. Só dá um trabalhinho para chegar no mar, pois apesar de estar apenas há 5 quadras do mar, são 5 quadras caminhando na areia fofa, então é um baita exercício para as pernas.

Caso escolha a Pousada Jurará, e seus apartamentos standard, recomendo que solicite um apartamento na parte frontal da pousada, próximo à recepção, especialmente para aqueles que não abrem mão da internet. O sinal dos apartamentos dos fundos é bem fraco, e nós que ficamos em um deles íamos até a recepção sempre que precisávamos. Além disto, nos apartamentos frontais o barulho da escolinha é menor.

Minha principal dica é que escolha uma pousada confortável, com um bom café da manhã, e que sirva refeições ao longo do dia, para facilitar sua vida. Tenha em mente que você vai passar bastante tempo em sua pousada.

O QUE LEVAR PARA ATINS?

Basicamente as mesmas recomendações que fiz para Barreirinhas aplicam-se aqui. Porém, sugiro que leve também um livro ou um filme baixado num tablet (ou algo do tipo). Em Atins o sinal de telefone é péssimo, e o 3 ou 4Gs inexistentes.

Além disto, é preciso levar dinheiro vivo. A maior parte dos estabelecimentos aceita cartão, porém não há nenhuma opção de caixa para saque.

O QUE FAZER EM ATINS?

Antes de falar dos atrativos de Atins, quero já começar deixando a indicação da agência de turismo local que organizou todos os nossos passeios por lá, a Everton Turismo. Fomos extremamente bem atendidos pelo próprio Everton, e por toda a sua equipe. O contato dele é (98) 98709-8592 (whatsapp).

Ir à praia

Depois de olhar tantas vezes para o mar em São Luís sem poder dar um mergulho, chegar em Atins e dar de cara com uma imensidão de água limpa e balneável é sensacional.

A praia de Atins é bastante interessante, pois fica no local onde o Rio Preguiças desemboca no mar, o que faz com que sua paisagem se altere drasticamente ao longo do dia. Pela manhã, quando a maré sobe, o mar toma conta da praia, deixando a água transparente, num tom de azul lindo e cheia de ondinhas.

À tarde, quando a maré começa a baixar, as águas mais escuras do Rio Preguiças começam a invadir a praia, deixando a água mais turva e salobra, e as ondas desaparecem.

Dali da beira da praia é possível ver uma grande faixa de areia, onde fica a praia de Caburé, e seus turistas passando com quadriciclos. Também há outro banco de areia menor, mais próximo da praia, onde há um restaurantezinho.

Há de se ter um pouco de cuidado com o local onde entrar no mar para banho, pois há muitos praticantes de kitesurf por ali, que se aproximam bastante dos banhistas. Achei um tanto perigoso, e saí correndo da água algumas vezes no susto em um dia em que ficamos mais próximos deles. Mas quando estávamos lá, vimos que a Prefeitura de Barreirinhas estava afixando placas delimitando as áreas da praia que seriam designadas para o esporte, e outras para banho, para diminuir os riscos. Se o pessoal respeitar as regras, vai ser perfeito!

Passamos o dia na Cabana Lar Doce Mar que, apesar de não servir refeições, e sim apenas algumas poucas opções de porções (peixe e camarão), tem uma música ambiente bem agradável, cerveja geladinha e uma ducha ótima para tirar o sal do corpo depois de um mergulho no mar.

Ao final da tarde, a beira mar lhe proporcionará este espetáculo de pôr-do-sol!

Banco de areia

Entramos em contato com a Everton Turismo, que disponibilizou um barco nos levar até este banco de areia para passarmos o dia, ao valor de R$ 40,00 por pessoa. O próprio Everton nos buscou na pousada de quadricilo, e nos levou até a beira do mar, onde o barco já nos aguardava para fazer a travessia.

Levamos nossos sofazinhos infláveis, nossa tendinha, nossa mochila térmica com bebidas e umas comidinhas (o restaurante estava fechado), e passamos o dia inteiro nesse lugar, meu esposo, eu e o barulho do mar. Pensa numa paz!

Ao entardecer, no horário combinado, o barqueiro voltou para nos buscar e o Everton nos levou de quadriciclo de volta para a pousada.

Lagoas

Em Atins foi onde encontramos, em minha singela opinião, as lagoas mais lindas dentre as que visitamos. A areia ali é mais branquinha, e a água das lagoas é mais cristalina. Além disso, o menor número de turistas circulando pelo Parque torna a experiência mais agradável.

Contratamos com a Everton Turismo um passeio de um dia inteiro para as lagoas incluindo também o canto de Atins. Por volta de 9h, um 4×4 passou em nossa pousada nos buscar, já com alguns outros turistas. Passamos por outras 2 pousadas buscar mais pessoas, depois por uma vendinha para comprar água e lanchinhos, e seguimos para o Parque.

O veículo nos levou até o início das lagoas, e lá descemos e caminhamos um pouco, sempre acompanhados pelo guia. Nosso guia chamava-se Eddy, um excelente profissional, muito dedicado, com um conhecimento enorme do Parque. Não poupou esforços para nos levar nas mais diversas lagoas, desviando das que estavam mais cheias de turistas e nos levando à grandes lagoas mais afastadas, nos proporcionando uma experiência única. A exemplo dos passeios em Barreirinhas, o Eddy foi nominando cada uma delas, mas são tantas, e todas tão lindas, que honestamente não fiz nem questão de gravar o nomes, mas sei que passamos pelas mais famosas: a Das 7 Mulheres, Tropical e Verde.

Pela manhã, andamos por algumas lagoas e paramos em uma para banho. Por volta de 12h, seguimos para o Canto de Atins, para almoço. E que almoço, senhoras e senhores!!!! Vocês já ouviram falar em briga boa? Pois no Canto de Atins temos um belo exemplo de uma. Há ali dois restaurantes, de dois irmãos, o da Dona Luiza e do Antônio. Ambos servem uma porção de camarão grelhado, que segue uma receita ultra secreta, motivo de uma enorme disputa: Qual restaurante tem o melhor camarão? Diz a história que quem desenvolveu a tal receita secreta foi a Dona Luiza, que tem o restaurante mais antigo. A cunhada dela, esposa do Antônio (irmão) trabalhava ajudando a Dona Luiza na cozinha, e por algum perrengue familiar, acabou saindo e abrindo seu próprio restaurante, com o Antônio, levando a receita da Dona Luiza junto.

Os restaurantes ficam um ao lado do outro. São ambos bastante rústicos, em madeira, com redários para um cochilinho depois do almoço. Optamos por conhecer o original, da Dona Luiza.

Pedimos uma refeição completa com o famoso camarão grelhado a moda da casa, que custou R$ 40,00 por pessoa, e pedimos também uma porção extra de camarão (sim, somos gulosos kkkk), que custou outros R$ 40,00. Só de escrever sobre esse prato já me dá água na boca. Foi o melhor camarão que comi na vida! Agora me resta voltar à Atins qualquer hora, para provar a versão do restaurante do Antônio.

Depois de almoçarmos e descansarmos um pouquinho, seguimos novamente para as lagoas, passando por várias outras. O carro novamente parou num ponto e dali seguimos caminhando com o Eddy, parque a dentro, conhecendo lagoas lindas que visivelmente não haviam recebido visitantes ainda naquele dia. Tomamos muitos banhos, e nos divertimos muito descendo dunas e caindo direto nas lagoas. Tiramos a sorte grande com nossos colegas de passeio nesse dia! Uma turma muito gente boa, disposta a caminhar e conhecer áreas diferentes do parque, e a se divertir.

Por último o Eddy nos levou até uma duna bem alta, de onde assistimos um pôr-do-sol épico!

Chegamos na pousada já de noite, podre de cansados, mas extasiados com esse passeio maravilhoso.

Fitoplâncton e sua bioluminescência

Para quem nunca ouviu falar, bioluminescência é a emissão de luz por seres vivos. Todo mundo conhece o mais famoso exemplo desse fenômeno: o vaga-lume. Mas você sabia que existem plânctons que também emitem luz? Eles são chamados de Fitoplânctons, e podem ser observados em algumas regiões no Brasil.

Nós já tínhamos tido a oportunidade de observar isso de perto na Ilha do Superagui, no Paraná (ainda vou escrever sobre essa viagem… aguardem!), e durante o passeio às lagoas de Atins, o Eddy nos contou esse fenômeno também acontecia ali, no Rio Preguiças mesmo. Prontamente nós, e alguns outros turistas do nosso grupo, fechamos com a agência um passeio, ao valor de R$ 60,00 por pessoa.

Às 20h, o 4×4 foi nos buscar, já com o restante do grupo. Embarcamos em duas lanchas, na escuridão total. Já de cara, você terá uma lindíssima visão do céu estrelado, já que praticamente não há luz artificial atrapalhando.  Seguimos pelo rio até um grande banco de areia, onde ancoramos e desembarcamos.

Quando chegamos, a maré ainda estava baixa, então andamos e andamos pela beira do rio, e não encontramos o tal do fitoplâncton. Mas ao passar o tempo, a maré começou a subir, e aí meus amigos, o espetáculo começou. Os fitoplânctons não atuam como os vaga-lumes piscando constantemente. Eles só emitem luz quando a água está em movimento, então para vê-los, você precisa entrar na água e se movimentar dentro dela. A palavra que eu posso usar para descrever isso é: surreal! Parece que você está no filme Avatar. O plânctons brilham, como mini estrelas dentro da água.

Permanecemos ali naquele banco de areia por mais ou menos uma hora, brincando na água e contemplando o show da natureza. Na volta, a própria passagem da lancha pelo rio já fazia com que o plâncton brilhasse.

Que maravilha meus amigos! Uma pena que não deu para fotografar.

Revoada dos Guarás

Tá aí mais um passeio que optamos por não fazer, então vou apenas dar algumas informações básicas. O passeio custa por volta de R$ 40,00 por pessoa, e é feito no final da tarde, a partir das 16h30. Você pode contratar o serviço com a agência do Everton, mas também vimos alguns pescadores oferecendo o passeio para os turistas na beira da praia, ali na hora mesmo.

ONDE COMER EM ATINS?

Pousada Dois Irmãos

Este restaurante fica anexo a Pousada Dois Irmãos, que é muito bem recomendada aliás, já que conta com serviço de hospedagem, restaurante e agência de turismo.

Não chegamos a conhecer a pousada, mas o restaurante é muito bonito, com decoração simples e rústica, e os preços bem de acordo com o que encontramos normalmente em cidades turísticas.

Os pratos são bem servidos e a comida é muito gostosa.

Sebastian Bar

Foto retirada do site
https://pousadajurara.com.br

Esta é a lanchonete que fica na pousada Jurará, no mesmo local onde é servido o café da manhã. Pela praticidade, acabamos comendo várias noites ali mesmo, optando por lanches e tapiocas. Tudo é preparado com bastante capricho, e apesar de bem simples, tudo é muito gostoso. Os preços são bons também.

Maria do Mar

Este é o restaurante mais bonito que encontramos em Atins. Todo estiloso, com muitas plantas e chão de areia fofa.

Servem pizzas e hambúrgueres a preços surreais!!!! R$ 85,00 numa pizza para duas pessoas é algo que eu não tinha pago nem na Itália, em Euro. Apesar disto, o tamanho da porção para duas pessoas é adequado e a pizza é muito saborosa.

Vale a pena o custo X benefício? Nunca!

Urra ! Bier

Fomos atraídos para este restaurante pela aparência dele, já que ele é bem bonito e chama muita a atenção de quem passa, e também pelas cervejas artesanais. Após um dia inteiro na praia, comendo só besteirinhas, chegamos no restaurante varados de fome.

Escolhemos um prato de linguiças artesanais, com acompanhamento de farofa, vinagrete e batatas rústicas, ao valor de R$ 75,00 para duas pessoas. Quando o prato chegou, ficamos extremamente decepcionados com o tamanho da porção, que não chega nem perto de ser adequada para 2 adultos (a não ser que vocês estejam sem fome).

Apesar de pequena, a refeição estava muito gostosa. Acabamos tendo que complementar o pedido com uma porção de tulipas de frango, que custou R$ 40,00, era bem pequena e estava horrível (totalmente esturricada). Acabei esquecendo de tirar a foto da linguiça, mas achei uma no Trip Advisor, que vou pedir licença pra adicionar aqui, para que vocês tirem suas próprias conclusões. A foto do frango esturricado foi feita por mim mesma.

Não chegamos a provar o hambúrguer deles, mas ele custa R$ 25,00 (o mais barato) apenas a carne e o pão. Tudo que você quiser de complemento (queijo, salada, bacon, etc) tem um custo extra. Completamente fora da realidade!

Eu não recomendo este restaurante para janta de forma nenhuma. Agora, se você procura um lugar apenas para tomar um choppinho no final do dia, aí sim vale a pena. O chopp artesanal deles realmente é muito bom, a um preço compatível.

Comentários

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2 respostas para “LENÇÓIS MARANHENSES – PARTE III”

  1. Caro Travelblogger,

    Vieram a Atins da mesma forma que todos os bens que processamos e oferecemos no nosso restaurante Maria do Mar vêm a Atins: De barco através do rio Preguiça. Foi caro, ne?
    Chegando em Atins, um kg de Filé do Boi custa R$ 120,00 (em São Paulo provavelmente cerca de R$ 45,00), uma garrafa de gás de 13 kg R$ 115,00 (São Paulo cerca de R$ 65,00) e 1 kg de tomate que se recebe em Atins por R$ 9,50 (São Paulo R$ 3,50), e uma caixa de Skol (0,6 l.) por R$ 160,00 (São Paulo cerca de R$ 80,00).
    Estes são apenas alguns exemplos de muitos.
    Talvez isto explique os preços elevados em Atins!

    Saudações do Restaurante Maria do Mar.

    Oh que mais: a pizza mais cara (que é a que tem Filé e Rucola) custa connosco R$ 82,00, não 85,00 como escrevem no seu relatório (ver o menu).

    • Olá. Realmente é notável que os itens de consumo são mais caros em Atins, e compreendo que isto aconteça por conta de sua localização e dificuldade de acesso. Mas para o meu padrão de consumo, mesmo levando isto em consideração, achei os preços das refeições elevados em seu restaurante. Mas como eu disse, o restaurante é lindo, e a comida é muito saborosa. Desejo-lhes sucesso.

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